A palavra para o Brasil e para o mundo é paz. no ano de 2019 até o presente ano de 2024 tivemos problemas de saúde pública e também muitos conflitos bélicos e também ideológicos. Devemos nos unir, porque o que parece vir para 2025 é crise econômica e para os próximos anos. Os caminhos tomados até agora não parecem fazer efeito, a nossa economia está um caos e os números projetados não são nem de longe satisfatórios. Com o dólar a R$6,07 é a maior marca desde a criação da nossa moeda.
Outro problema grande, são os gastos do governo que não param de crescer, mesmo que é dito, que a dívida adquirida é para o crescimento econômico estamos vendo prejuízo e mais prejuízos.
De acordo com o Banco Central as empresas estatais tiveram um prejuízo de 7,76 bilhões de janeiro a outubro de 2024. E esse prejuízo é o maior registrado desde 2002.
Emgepron R$ 2,5 bilhões de prejuízo
Correios R$ 2,1 bilhões de prejuízo
Emgea R$ 866 milhões de prejuízo
Infraero R$ 536 milhões de prejuízo
Dataprev R$ 323 milhões de prejuízo
No período da pandemia tivemos problemas com as nossas contas, porém toda cadeia produtiva mundial estava parada, países com alto índice de crescimento como Alemanha, Inglaterra e todos outros países do mundo tiveram suas receitas diretamente afetadas para baixo rendimento. Entretanto, não é o caso agora, o momento era pra ser de crescimento econômico, mesmo a "passos pequenos".
Outro diferencial, é que temos os gastos públicos que não param de crescer e com o governo gastando mais do que arrecada, não teremos um cenário muito positivo para o ano de 2025.
"O governo fala em recorde de arrecadação. Mas não diz que, está gastando muito mais dinheiro com ele próprio, gasta muito mais do que arrecada. É como não houvesse amanhã, numa corrida maluca que não se pode ganhar!"
E nesse movimento de contas ameaçadas por uma má administração, tudo que foi dito antes com promessas de crescimento econômico, "cai por terra". Tirando a esperança dos investidores aqui do Brasil e principalmente dos capital estrangeiro e o mercado precisa e sobrevive de dólar.

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